O Espião de D. João II

Editora Ésquilo
O LANÇAMENTO ACONTECEU
no El Corte Inglés em 15 de Outubro de 2009
Para ter acesso à AGENDA da escritora,
«O Espião de D. João II», o mais recente romance histórico de Deana Barroqueiro, referência na área do romance histórico e autora do best-seller «D. Sebastião e o Vidente», cujo Lançamento decorrerá, em parceria com o El Corte Inglés, no próximo dia 15 de Outubro, pelas 19h30.
A apresentação esteve a cargo do Dr. Guilherme d’Oliveira Martins, actual Presidente do Tribunal de Contas e do Centro Nacional de Cultura.
O formidável Espião de D. João II possuía qualidades e talentos comparáveis aos de um James Bond e Indiana Jones, reunidos num só homem. A memória fotográfica, uma capacidade espantosa para aprender línguas, a arte do disfarce para assumir as mais diversas identidades, a mestria no manejo de todas as armas do seu tempo e, sobretudo, uma imensa coragem e espírito de sacrifício, aliados ao culto cavaleiresco da mulher e do amor que o fascinavam, fazem dele uma personagem histórica única e inspiradora.
El-rei D. João II escolhia-o para as missões mais secretas, onde qualquer outro falharia. Talvez esse secretismo seja a razão do seu nome de família e do seu rosto terem ficado, para sempre, na penumbra.
Em 1487, Pêro da Covilhã foi enviado de Portugal, ao mesmo tempo que Bartolomeu Dias, a descobrir por terra, aquilo que o navegador ia demandar por mar: uma rota para as especiarias da Índia e notícias do encoberto Preste João.
Ao espião esperava-o uma longa peregrinação de cerca de seis anos pelas regiões do Mar Vermelho, primeiro na companhia do albicastrense Afonso de Paiva, em seguida sozinho pelas costas do Índico até Calecut e, também, pela Pérsia, África Oriental, Arábia e Etiópia, descobrindo povos e culturas em lugares hostis, cujos costumes lhe eram completamente estranhos. Na pele de um enigmático mercador do Al-Andalus, o escudeiro-guerreiro do Príncipe Perfeito realizou proezas admiráveis que causaram espanto no mundo do seu tempo.
Neste romance fascinante, Deana Barroqueiro convida-nos a seguir o trilho de Pêro da Covilhã na sua fabulosa odisseia recheada de aventuras, amores, conquistas e descobertas inolvidáveis…
Deana Barroqueiro (Prémio Máxima de Literatura – Prémio Especial do Júri com o romance D. Sebastião e o Vidente) é, sem dúvida, uma referência da ficção histórica, em Língua Portuguesa.
Este livro, fruto de um rigoroso trabalho de investigação, unindo marcos de grande relevo histórico e uma descrição muito rica dos espaços e personagens, lê-se com fascínio da primeira à última página.
A apresentação esteve a cargo do Dr. Guilherme d’Oliveira Martins, actual Presidente do Tribunal de Contas e do Centro Nacional de Cultura.
O formidável Espião de D. João II possuía qualidades e talentos comparáveis aos de um James Bond e Indiana Jones, reunidos num só homem. A memória fotográfica, uma capacidade espantosa para aprender línguas, a arte do disfarce para assumir as mais diversas identidades, a mestria no manejo de todas as armas do seu tempo e, sobretudo, uma imensa coragem e espírito de sacrifício, aliados ao culto cavaleiresco da mulher e do amor que o fascinavam, fazem dele uma personagem histórica única e inspiradora.
El-rei D. João II escolhia-o para as missões mais secretas, onde qualquer outro falharia. Talvez esse secretismo seja a razão do seu nome de família e do seu rosto terem ficado, para sempre, na penumbra.
Em 1487, Pêro da Covilhã foi enviado de Portugal, ao mesmo tempo que Bartolomeu Dias, a descobrir por terra, aquilo que o navegador ia demandar por mar: uma rota para as especiarias da Índia e notícias do encoberto Preste João.
Ao espião esperava-o uma longa peregrinação de cerca de seis anos pelas regiões do Mar Vermelho, primeiro na companhia do albicastrense Afonso de Paiva, em seguida sozinho pelas costas do Índico até Calecut e, também, pela Pérsia, África Oriental, Arábia e Etiópia, descobrindo povos e culturas em lugares hostis, cujos costumes lhe eram completamente estranhos. Na pele de um enigmático mercador do Al-Andalus, o escudeiro-guerreiro do Príncipe Perfeito realizou proezas admiráveis que causaram espanto no mundo do seu tempo.
Neste romance fascinante, Deana Barroqueiro convida-nos a seguir o trilho de Pêro da Covilhã na sua fabulosa odisseia recheada de aventuras, amores, conquistas e descobertas inolvidáveis…
Deana Barroqueiro (Prémio Máxima de Literatura – Prémio Especial do Júri com o romance D. Sebastião e o Vidente) é, sem dúvida, uma referência da ficção histórica, em Língua Portuguesa.
Este livro, fruto de um rigoroso trabalho de investigação, unindo marcos de grande relevo histórico e uma descrição muito rica dos espaços e personagens, lê-se com fascínio da primeira à última página.
* Leia entrevista no site Novos Livros
Biografia
"Comecei a escrever poesia quando acordei de um coma de três dias, depois uma tentativa de suicídio aos vinte anos. Escrevo no intervalo da vida dos outros, quando todos dormem ou estão ausentes e eu entro noutra dimensão onde mais ninguém tem lugar." Leia mais...
"A arte de contar, não se aprende. É um dom natural, nasce com a pessoa. Deana Barroqueiro possui uma força de expressão e uma elegância de estilo dignos de nota, ao mesmo tempo que mantém uma linguagem compreensível a todos. A sua escrita é perfeita e colorida, descritiva de uma maneira que nos transporta para a época em questão, ficando sempre com vontade de saber mais."
Maria Fernanda Pinto em "Artes e Letras" - Jornal Encontro, Paris
"A arte de contar, não se aprende. É um dom natural, nasce com a pessoa. Deana Barroqueiro possui uma força de expressão e uma elegância de estilo dignos de nota, ao mesmo tempo que mantém uma linguagem compreensível a todos. A sua escrita é perfeita e colorida, descritiva de uma maneira que nos transporta para a época em questão, ficando sempre com vontade de saber mais."
Maria Fernanda Pinto em "Artes e Letras" - Jornal Encontro, Paris
O Navegador da Passagem

Porto Editora
Deana Barroqueiro lançou * O NAVEGADOR DA PASSAGEM * - a odisseia de um Homem espoliado do seu Sonho - pela Porto Editora em 17 Outubro de 2008 no Padrão dos Descobrimentos com prefácio do Professor Doutor Eduardo Marçal Grilo. Veja fotos do lançamento AQUI.
Bartolomeu Dias, que Fernando Pessoa consagrou como o Capitão do Fim na sua Mensagem, sempre me fascinou, tanto pela extraordinária proeza que levou a cabo, como pela falta de reconhecimento que sofreu da parte dos dois reis para cuja glória contribuiu com todo o seu ser, até ao sacrifício da própria vida. Todavia, a sua viagem da descoberta do Cabo da Boa Esperança e da passagem do Sueste entre o Oceano Atlântico e o Índico foi um marco de viragem para o desenvolvimento da Europa e de mudança na sua relação com o mundo e o Outro.
Verdadeira odisseia marítima que contém em si uma viagem iniciática do homem para o conhecimento de si mesmo, ou seja, das suas capacidades e limites, tão duramente postos à prova no sufoco claustrofóbico e monótono dessa espécie de prisão do mar que era uma caravela de descobrir, com a agravante da presença de mulheres degredadas a bordo, situação de que este romance se quis fazer espelho ao transformá-la em trama principal do emaranhado das suas narrativas. Bartolomeu Dias, ultrapassou, assim, a dimensão de português e fez-se História de outras nações como a África do Sul onde, com direito a estátua e museu, goza do estatuto privilegiado de herói primordial, por ter sido o primeiro europeu a pisar-lhe o solo e a estabelecer contacto com os seus povos.
A ideia de O Navegador da Passagem partiu de uma anterior pesquisa para os dois primeiros romances com que iniciei este meu fadário da escrita – Uraçá, o índio branco e O Cometa – com os quais mantenho uma cúmplice ligação, dado que os livros de aventuras permitem desenvolver as histórias de outras personagens do romance, inclusive desvendar o mistério e conhecer o verdadeiro nome do "grumete da cicatriz", o protagonista do Uraçá.
Assim, e em nome dessa tão grata cumplicidade com os meus leitores, está disponível, o texto integral gratuito dos romances relacionados:
* Leia a Crítica de Carlos Fiolhais
* Escute entrevista na Radio Alfa, Paris
* Escute entrevista na Radio Antena 1
* Escute entrevista na RadioTSF
D. Sebastião e o Vidente

Porto Editora
A obra « D. Sebastião e o Vidente » de Deana Barroqueiro, foi distinguida com o Prémio Máxima de Literatura 2007 – Prémio Especial do Júri.
Romance de conspiração, mistério e revelação, que constitui o primeiro título da Porto Editora na área da ficção. D. Sebastião e o Vidente é um romance histórico de grande fôlego e inspiração, construído e narrado à maneira do século XVI, um dos séculos da sua especialidade, onde se enredam as vidas das duas personagens principais: El-Rei D. Sebastião e Miguel Leitão de Andrada. Veja fotos do lançamento AQUI.
"D. Sebastião e o Vidente apresenta, a páginas tantas, a intervenção de um narrador que entra em diálogo com o leitor e interpela-o, avança e recua no tempo, problematiza os assuntos, dá opiniões e conselhos, sugere cautela para as conclusões do leitor. O efeito conseguido é espantoso porque se trata de uma estratégia de aproximação ao leitor, não só porque o interpela e sugere a sua opinião, mas também porque o confronta com situações que coagem a pensamentos e reflexões sobre a época."
Ana Cabrera - Historiadora
Contos Eróticos do Velho Testamento e... Novos Contos Eróticos do Velho Testamento

Livros Horizonte
Encantada pelo erotismo fortíssimo de inúmeras pequenas crónicas do Antigo Testamento, a autora quis reescrever algumas dessas histórias, como um cronista desse tempo de antanho, um pouco céptico, sem crenças em Baal ou Jahweh, interessado em recriar essa sociedade de pastores nómadas que formaram as tribos de Judá e Israel.
Deana Barroqueiro utilizou como elo de ligação dos contos a componente erótica dessas histórias, sem jamais cair na tentação da linguagem vulgar ou obscena, mas fazendo-o de uma forma subtil, sensual e poética, embora por vezes assaz violenta, devido à própria matéria das narrativas do Velho Testamento.
Os livros são, pois, uma crónica histórica da Antiguidade, ficcionada, cujo fio condutor é a aventura dos sentidos, através do olhar magoado das mulheres e da sua luta pela existência, num mundo em que as descendentes de Eva eram consideradas pelos homens como mercadoria e inferiores aos animais, conceito que perdurará ainda hoje, perpetuado por certas interpretações fundamentalistas dos livros ditos sagrados, em nome de uma verdade religiosa que nenhum Deus, bom e justo, poderia alguma vez sancionar ou sequer tolerar.
"Deana Barroqueiro vem oferecer-nos uma extraordinária pintura da alma feminina, na sua enganadora fraqueza assente numa força tornada imensa à custa de silêncios, cedências, compreensão, mas também de revolta, raiva e orgulho. As cores aparentemente leves usadas nas mulheres contrastam com as cores pesadas do desejo masculino que surge pujante, primário, rude e... irrecusável. Desta feita, o sorriso cúmplice acompanha-nos a leitura, já que em cada conto a autora junta à sua já conhecida arte de nos prender irremediavelmente ao correr das palavras, a capacidade de condimentar esse prazer com uma agudíssima, certeira e divertida ironia."
Maria Teresa Horta - Escritora
* Leia na íntegra a Crítica de Maria Teresa Horta
* As Núpcias de Asmodeu - na voz de Luiz Gaspar, do Estúdio Raposa
* O Sacrifício dos Circuncisos - na voz de Luiz Gaspar, do Estúdio Raposa