AGENDA


Deana Barroqueiro vai estar à conversa com os seus Leitores:

- 28 de Agosto, às 17.00 h - na Praça de Viriato, em Viseu: «Há conversa na Feira - "Viseu, Cidade de Heróis"», com Fátima Costa e Luís Fernandes, na comemoração do Dia de Viriato.

- 3 de Setembro, 18.00 h - Feira do Livro de Belém (Palácio do Presidente da República).

- 10 de Setembro, pelas 16 h. - Feira do Livro do Porto.

- 11 de Setembro - Festival Literário de Ovar.

- 16 de Setembro, 19 h. - Festival Internacional de Cultura - Cascais

(Realidade e Ficção no Romance Histórico - mesa redonda).

- 22 de Setembro, 18 h. - Clube de Leitura da Bulhosa do Campo Grande.


Viaje com a escritora Deana Barroqueiro

Embarcar numa Cápsula do Tempo, rumo ao passado e ao apogeu da grande saga dos Descobrimentos Portugueses, na senda de Fernão Mendes Pinto, O Corsário dos Sete Mares e dos primeiros navegadores que passaram além da Taprobana. Uma viagem de sonho e aventura em busca das ilhas afortunadas, por eles descobertas, das fabulosas paisagens, lendas e tradições que guardaram na memória ou registaram nos seus livros de viagens e peregrinações.

De 15 de Outubro a 1 de Novembro de 2016, com desconto de apresentação durante a Feira do Livro

Ver o programa AQUI: Viajem com o Corsário dos Sete Mares - Fernão Mendes Pinto


I, The Other

Short story by Deana Barroqueiro

For my English speaking readers, my short story about the Pirate-Of-The-Seven-Seas (Fernão Mendes Pinto), written for the collective book of stories, "Think Twice", of the Literary Festival of Macau, The Script Road 2013.
You can read it in the blogue I, The Other


Biografia

"Comecei a escrever poesia quando acordei de um coma de três dias, depois uma tentativa de suicídio aos vinte anos. Escrevo no intervalo da vida dos outros, quando todos dormem ou estão ausentes e eu entro noutra dimensão onde mais ninguém tem lugar." Leia mais...

"I began to write poetry when I woke up from a three days' coma, after an attempted suicide at the age of twenty years. Now I write historical novels and short stories, doing almost all my research and writing at home, in seclusion and through the night, when everybody is sleeping and I enter in another dimension where nobody else has room." Read more...

"A arte de contar, não se aprende. É um dom natural, nasce com a pessoa. Deana Barroqueiro possui uma força de expressão e uma elegância de estilo dignos de nota, ao mesmo tempo que mantém uma linguagem compreensível a todos. A sua escrita é perfeita e colorida, descritiva de uma maneira que nos transporta para a época em questão, ficando sempre com vontade de saber mais."
Maria Fernanda Pinto em "Artes e Letras" - Jornal Encontro, Paris


D. Sebastião e o Vidente

D. Sebastião e o Vidente
Nova Edição revista - Casa das Letras (2016)

D. Sebastião e o Vidente

D. Sebastião e o Vidente narra a história do décimo sexto rei de Portugal, o Desejado, desde o seu nascimento, em 1554, até ao seu fulgurante ocaso, nas planícies de Alcácer Quibir, em 1578.

Encarnando as esperanças da nação, D. Sebastião é, todavia, um órfão privado de afectos, criado e educado por velhos, como a avó, a rainha D. Catarina, e o tio, o cardeal D. Henrique. Aclamado rei aos três anos de idade, vai crescer, caprichoso e atormentado pelos seus traumas e complexos de adolescente, sublimados nos sonhos de glória de mancebo visionário.

Senhor de um poder absoluto, alimentado pela corrupção dos cortesãos e dos políticos, assume-se como o Capitão de Deus, numa Cruzada contra os mouros, que vai conduzir Portugal ao desastre, profetizado pelas visões de Miguel Leitão de Andrada, um fidalgo de Pedrógão Grande, com fumos de vidente, cuja vida se entrelaça com a do rei, nesse binómio de idealismo-materialismo posteriormente imortalizado em D. Quixote e Sancho Pança.

O Desejado, graças à sua personalidade problemática e fascinante, fez-se mito (o Sebastianismo), amado e odiado ao longo dos séculos, tendo o desastre de Alcácer Quibir deixado no esquecimento a melhor parte do seu reinado: as reformas políticas, administrativas e militares.



O Espião de D. João II

Nova Edição Abril 2015
Editora Casa das Letras/Leya

Esgotadas as três primeiras edições, A Casa das Letras, publica, em Abril 2015, uma nova edição, revista e aumentada de «O Espião de D. João II» o segundo romance da trilogia dos Descobrimentos Portugueses, de Deana Barroqueiro, referência na área do romance histórico e autora do best-seller, premiado, «D. Sebastião e o Vidente».

O formidável Espião de D. João II possuía qualidades e talentos comparáveis aos de um James Bond e Indiana Jones, reunidos num só homem. A memória fotográfica, uma capacidade espantosa para aprender línguas, a arte do disfarce para assumir as mais diversas identidades, a mestria no manejo de todas as armas do seu tempo e, sobretudo, uma imensa coragem e espírito de sacrifício, aliados ao culto cavaleiresco da mulher e do amor que o fascinavam, fazem dele uma personagem histórica única e inspiradora.

El-rei D. João II escolhia-o para as missões mais secretas, onde qualquer outro falharia. Talvez esse secretismo seja a razão do seu nome de família e do seu rosto terem ficado, para sempre, na penumbra.

Em 1487, Pêro da Covilhã foi enviado de Portugal, ao mesmo tempo que Bartolomeu Dias, a descobrir por terra, aquilo que o navegador ia demandar por mar: uma rota para as especiarias da Índia e notícias do encoberto Preste João.

Ao espião esperava-o uma longa peregrinação de cerca de seis anos pelas regiões do Mar Vermelho, primeiro na companhia do albicastrense Afonso de Paiva, em seguida sozinho pelas costas do Índico até Calecut e, também, pela Pérsia, África Oriental, Arábia e Etiópia, descobrindo povos e culturas em lugares hostis, cujos costumes lhe eram completamente estranhos. Na pele de um enigmático mercador do Al-Andalus, o escudeiro-guerreiro do Príncipe Perfeito realizou proezas admiráveis que causaram espanto no mundo do seu tempo.

Neste romance fascinante, Deana Barroqueiro convida-nos a seguir o trilho de Pêro da Covilhã na sua fabulosa odisseia recheada de aventuras, amores, conquistas e descobertas inolvidáveis…

Deana Barroqueiro (Prémio Máxima de Literatura – Prémio Especial do Júri com o romance D. Sebastião e o Vidente) é, sem dúvida, uma referência da ficção histórica, em Língua Portuguesa.

Este livro, fruto de um rigoroso trabalho de investigação, unindo marcos de grande relevo histórico e uma descrição muito rica dos espaços e personagens, lê-se com fascínio da primeira à última página. * Leia entrevista no site Novos Livros

Dr. Guilherme d'Oliveira Martins Presidente do Tribunal de Contas e do Centro Nacional de Cultura

Semanalmente, na Página do CNC, o seu Presidente, na rubrica A Vida dos Livros, escolhe uma obra para apresentar aos seus leitores. Na semana de 14 a 20 de Dezembro de 2009, O Espião de D. João II foi o escolhido para a sua crítica perspicaz e fundamentada. Ver AQUI.

Dra. Elsa Rodrigues dos Santos Presidente da Sociedade de Língua Portuguesa

No programa Fantástica Aventura - uma grande viagem pelo mundo da escrita Lusófona, da RDP, a Dra. Elsa Rodrigues dos Santos, na sua análise crítica d'O Espião de D. João II, debruça-se em primeiro lugar sobre a acção e o protagonista Pêro da Covilhã e, em seguida, faz uma apreciação fundamentada à linguagem e qualidade literária deste romance.

João Paulo Sacadura entrevistou Deana Barroqueiro, no último dia 30 de Novembro, para o Programa Livraria Ideal na TVI24.
A entrevista, que faz uma retrospectiva de sua vida e obra, está online neste link. Conheçam-na melhor!

O Corsário dos Sete Mares
Fernão Mendes Pinto


Editora LeYa

Leia AQUI o primeiro capítulo!

Leia AQUI: Deana Barroqueiro - Clássico e Moderno. Crítica de Miguel Real, para o JL (Jornal de Letras, Artes e Ideias),
de 31 de Outubro de 2012, na sua rubrica Os Dias da Prosa.

Leia
AQUI: Notas do Prof. Eduardo Marçal Grilo para a apresentação do livro O Corsário dos Sete Mares de Deana Barroqueiro (em 23 de Outubro de 2012, no Padrão dos Descobrimentos)

Leia AQUI: Texto de apresentação de O Corsário dos Sete Mares, por Celso Santos, na Bertrand do Fórum de Aveiro (em 18 de Novembro, 2012)

DEANA BARROQUEIRO em MACAU

A convite da Sra. Dra. Maria Amélia António, presidente da Casa de Portugal em Macau, Deana Barroqueiro apresentou o seu romance, O Corsário dos Sete Mares - Fernão Mendes Pinto, na 2ª edição do festival literário Rota das Letras (“The Script Road”), que se realizou de 10 a 16 de Março.
O evento levou este ano a Macau vários autores da literatura lusófona e chinesa contemporânea, incluindo conferências e debates, uma Feira do Livro, exposições de artes plásticas, concertos e projecção de filmes.
De Portugal, estiveram presentes Dulce Maria Cardoso, Valter Hugo Mãe, Rui Zink, o humorista Ricardo Araújo Pereira e os jornalistas Alexandra Lucas Coelho e Carlos Vaz Marques.

O encontro de Deana Barroqueiro com Macau não foi apenas a revisitação dos lugares por onde andaram as suas personagens, foi um encontro com amigos, como se sempre lá tivesse estado. Quer na Escola Portuguesa, com uma multidão calorosa de estudantes que se riram com as suas histórias e a premiaram no fim com uma espontânea e estrondosa ovação, quer a ilustre assistência, na Casa de Portugal, onde apresentou "O Corsário dos Sete Mares - Fernão Mendes Pinto", seguido de uma longa sessão de autógrafos e de um cordial convívio com os seus leitores. recebeu com um carinho sem reservas.

"Conquistei muitos leitores em Macau, creio, mas ganhei sobretudo preciosos amigos. Bem hajam! Que o Ano da Serpente brilhe para todos como um raio de sol sem sombras.
Uma parte da minha alma quedará para sempre convosco, tal como sucedeu ao Fernão a a muitos outros dos nossos antepassados que navegam agora pelas minhas obras.”

Leia AQUI: DEANA BARROQUEIRO, ESCRITORA DE ROMANCE HISTÓRICO
“Mais gente manejando com perícia as novas tecnologias,
mas menos culta, não os estimularam a ler” - entrevista pelo jornalista Hélder Fernando, para o jornal Hoje Macau, no âmbito do festival literário da Lusofonia, A Rota das Letras.

Leia AQUI: Interview for Macau Culture Guide during The Script Road - Macau Literary festival 2013

Leia AQUI: Deana Barroqueiro conquista estudantes em Macau com “aula” sobre Descobrimentos

Ouça AQUI: Entrevista feita a Deana Barroqueiro, por Isabel Flora Albano

Programa *Tertúlia Portuguesa*, da RTP Internacional

Ouça AQUI: Entrevista feita a Deana Barroqueiro, por Ana Daniela Soares no programa *À Volta dos Livros*, da Antena 1





Leia AQUI: "DEANA BARROQUEIRO Clássico e moderno", por Miguel Real

Leia AQUI: "Uma análise concisa sobre a obra de Deana Barroqueiro", por Alexandre A. Ferreira

Leia AQUI: "À Descoberta de Fernão Mendes Pinto" - Deana Barroqueiro em Entrevista - Ensino Magazine, pag 18


Deana Barroqueiro convidada para a 1ª edição do Diáspora, o Festival Literário de Belmonte



MESA 2 — «QUANDO DECIDIMOS VER AS NAÇÕES COMO QUEREMOS, NÃO PRECISAMOS DE SAIR DE CASA», ASTOLPHE DE CUSTINE
Auditório Municipal
8 de novembro, 14h30
Já ninguém viaja sem levar preconceitos na mala. Pedro Álvares Cabral foi um dos últimos viajantes verdadeiramente livres? Em que medida estas viagens mudaram verdadeiramente o nosso país?
MODERAÇÃO: Tito Couto
CONVIDADOS: Deana Barroqueiro, Miguel Real e João Morgado

Contos Eróticos e Novos Contos Eróticos do Velho Testamento


Editora Livros Horizonte

Com «Os Contos Eróticos do Velho Testamento» e «Os Novos Contos Eróticos do Velho Testamento», a autora pretendeu fazer, partindo dos estereótipos do Antigo Testamento, uma saga histórica, mas também poética, sensual, irónica e dramática das mulheres da Antiguidade, que viviam confinadas nas tendas de pastores nómadas ou nos haréns e serralhos dos palácios dos faraós do Egipto ou dos reis da Pérsia e Mesopotâmia, cujos ambientes são recriados com o maior rigor a partir de uma cuidada pesquisa em documentos da época e em obras de História das civilizações pré-clássicas.

«Os Contos Eróticos do Velho Testamento» foi publicado no Brasil e traduzido em Espanha e Itália. Teve ainda duas edições portuguesas, com a chancela da Ésquilo - «O Romance da Bíblia» e «Tentação da Serpente» -, entretanto retiradas do mercado por incumprimento do editor.

Um olhar feminino do Antigo Testamento

Tentação da Serpente/O Romance da Bíblia possui o riso que acontece debaixo da palma da mão entreaberta sobre a boca, mas igualmente o desfrute do gozo, ambiguamente trocado, tomado, pelo gosto do outro, no tactear da língua. Um livro de memórias ancestrais, que nos mostra o despertar da mortal e venenosa serpente das seitas religiosas, do obscurantismo, do sexismo com a sua rancorosa face. Mas, Tentação da Serpente/O Romance da Bíblia é ainda a beleza trabalhada, cinzelada, com um bom gosto literário inusitado, eu diria mesmo raro, na ficção portuguesa. (…)

O livro de Deana Barroqueiro traz consigo a visão da mulher. Lúcido olhar, que ao longo dos séculos tem faltado à visitação deste universo da Bíblia: Velho Testamento moralista, repleto de anciãos preguiçosos, libidinosos e lascivos, de brutamontes ignorantes e violadores, convocados por um Deus irado frente à própria incompetência e à própria imagem, segundo a qual teria criado o homem, de quem afinal não gosta e castiga. E é precisamente no enredamento deste dilema, que se abrem as páginas do primeiro dos dezanove textos que, fragmentariamente, irão formar um todo literário uno: falando de Noé e de Jacob, de Isaac e de Sansão, de Asmodeu e dos circuncisos, de Labão e de Abraão, arrancando-os do seu pedestal de heróis divinos, com uma habilidosa crueldade implacável.

Maria Teresa Horta
Crítica literária

Leitura integral da crítica de Maria Teresa Horta AQUI

Leia a Entrevista, de Maria Teresa Horta, no Diário de Notícias, AQUI

Leia a crítica da Prof. Dra. Maria Manuela Gamboa AQUI

Mais informações, excertos, críticas e retratos das heroínas da saga para ler e ver no blogue Tentação da Serpente.


O Navegador da Passagem

2ª Edição
Porto Editora

Deana Barroqueiro lançou * O NAVEGADOR DA PASSAGEM * - a odisseia de um Homem espoliado do seu Sonho - pela Porto Editora em 17 Outubro de 2008 no Padrão dos Descobrimentos com prefácio do Professor Doutor Eduardo Marçal Grilo.

DEANA BARROQUEIRO apresenta O NAVEGADOR DA PASSAGEM


Bartolomeu Dias, que Fernando Pessoa consagrou como o Capitão do Fim na sua Mensagem, sempre me fascinou, tanto pela extraordinária proeza que levou a cabo, como pela falta de reconhecimento que sofreu da parte dos dois reis para cuja glória contribuiu com todo o seu ser, até ao sacrifício da própria vida. Todavia, a sua viagem da descoberta do Cabo da Boa Esperança e da passagem do Sueste entre o Oceano Atlântico e o Índico foi um marco de viragem para o desenvolvimento da Europa e de mudança na sua relação com o mundo e o Outro.

Verdadeira odisseia marítima que contém em si uma viagem iniciática do homem para o conhecimento de si mesmo, ou seja, das suas capacidades e limites, tão duramente postos à prova no sufoco claustrofóbico e monótono dessa espécie de prisão do mar que era uma caravela de descobrir, com a agravante da presença de mulheres degredadas a bordo, situação de que este romance se quis fazer espelho ao transformá-la em trama principal do emaranhado das suas narrativas. Bartolomeu Dias, ultrapassou, assim, a dimensão de português e fez-se História de outras nações como a África do Sul onde, com direito a estátua e museu, goza do estatuto privilegiado de herói primordial, por ter sido o primeiro europeu a pisar-lhe o solo e a estabelecer contacto com os seus povos.

A ideia de O Navegador da Passagem partiu de uma anterior pesquisa para os dois primeiros romances com que iniciei este meu fadário da escrita – Uraçá, o índio branco e O Cometa – com os quais mantenho uma cúmplice ligação, dado que os livros de aventuras permitem desenvolver as histórias de outras personagens do romance, inclusive desvendar o mistério e conhecer o verdadeiro nome do "grumete da cicatriz", o protagonista do Uraçá.

Assim, e em nome dessa tão grata cumplicidade com os meus leitores, está disponível, o texto integral gratuito dos romances relacionados:

e

* Leia a Crítica de Carlos Fiolhais
* Escute entrevista na Radio Alfa, Paris
* Escute trecho do livro na voz de Luiz Gaspar, do Estúdio Raposa


D. Sebastião e o Vidente

D. Sebastião e o Vidente
Nova Edição Revista
Casa das Letras/ Leya

A obra « D. Sebastião e o Vidente »
de Deana Barroqueiro,
foi distinguida com o Prémio Máxima de Literatura 2007
- Prémio Especial do Júri -

17.000 exemplares vendidos!

Romance de conspiração, mistério e revelação, que constitui o primeiro título da Porto Editora na área da ficção. D. Sebastião e o Vidente é um romance histórico de grande fôlego e inspiração, construído e narrado à maneira do século XVI, um dos séculos da sua especialidade, onde se enredam as vidas das duas personagens principais: El-Rei D. Sebastião e Miguel Leitão de Andrada.

DEANA BARROQUEIRO fala de D. SEBASTIÃO E O VIDENTE

"D. Sebastião e o Vidente apresenta, a páginas tantas, a intervenção de um narrador que entra em diálogo com o leitor e interpela-o, avança e recua no tempo, problematiza os assuntos, dá opiniões e conselhos, sugere cautela para as conclusões do leitor. O efeito conseguido é espantoso porque se trata de uma estratégia de aproximação ao leitor, não só porque o interpela e sugere a sua opinião, mas também porque o confronta com situações que coagem a pensamentos e reflexões sobre a época."
Ana Cabrera - Historiadora

LANÇAMENTO de D. SEBASTIÃO E O VIDENTE

* Leia a Crítica de José Nuno Pimentel
* Escute entrevista na Radio Alfa, Paris
* Escute trecho do livro na voz de Luiz Gaspar, do Estúdio Raposa



Colecção Cruzeiro do Sul



Colecção Cruzeiro do Sul
Editora Livros Horizonte
1ª Edição
Ilustrações de Lídia Lobo

Uraçá, o Índio Branco
Para escapar a uma morte certa, Gonçalo parte na nau de Pedro Álvares Cabral, sofrendo os maiores perigos e provações, para viver uma espantosa aventura entre os índios das Terras de Vera Cruz, durante o achamento do Brasil, transformando-se no Uraçá, o Índio Branco, depois de descobrir o amor onde menos esperava. Ano 2002.

O Cometa - Uma Aventura Impossível
Depois da saída do Brasil, Bartolomeu Dias, prestes a dobrar o Cabo da Boa Esperança, recorda a sua viagem de descoberta e travessia do terrível Cabo das Tormentas, a relação com as quatro mulheres negras que devia largar nas terras desconhecidas, as lutas com os antropófagos do Congo e a trágica história de amor. Ano 2002.

Um Homem das Arábias
Pêro da Covilhã I

1º volume dos cinco da saga do Escudeiro Pêro da Covilhã, o espião de D. João II para as missões impossíveis em Fez. Nos finais do Séc. XV, Covilhã parte em busca da rota das especiarias e do mítico reino do Prestes João, viajando até ao Cairo com Afonso de Paiva e depois sozinho por três continentes, disfarçado de mercador mouro. Ano 2002.

O Espião d’El-Rei
Pêro da Covilhã II
Pêro da Covilhã completa a 2ª etapa da viagem, lutando com corsários do Índico, para resgatar no Grande Desafio de Bisnagá as cativas do pirata Timoja. Enfrenta perigos ainda maiores, na Costa do Malabar, para as arrancar das mãos dos adoradores da deusa Kali – e descobre o Reino das Especiarias e os segredos das Naires de Calecut. Ano 2003.

A Pedra do Anel
Pêro da Covilhã III
Pêro da Covilhã segue de Goa para Ormuz e daí navega pela Costa Oriental de África, sendo não só o primeiro europeu, como também o primeiro homem branco a viajar por tais paragens, até Sofala, último lugar onde os barcos mouros podiam chegar, para conhecer lugares e estranhos costumes, nunca antes vistos por um ocidental. Ano 2003.

O Monomotapa
Pêro da Covilhã IV
Em “O Monomotapa”, o Escudeiro de D. João II é o primeiro homem branco a conhecer o Zimbabwe, a misteriosa Cidade de Pedra. Sujeito à maldição de um talismã, vai salvar o príncipe do Monomotapa e descobrir as Minas de Salomão ou da Rainha de Sabá, três séculos antes do famoso e fictício herói, Allan Quatermain, de Sir Henry Rider Haggard. Ano 2003.

O Grande Abexim
Pêro da Covilhã V

O Grande Abexim" termina a saga de Pêroda Covilhã, um espião português do século XV. Num mundo hostil, dominado pelo medo e pela superstição, sem recurso a tecnologias de ponta ou sequer a armas de fogo ainda por inventar, Pêro da Covilhã só podia contar com a sua inteligência, engenho e coragem para cumprir com sucesso essa fantástica odisseia. Na última etapa da sua jornada, o Escudeiro de D. João II viaja incógnito até Medina e Meca, para conhecer a Caaba, percorre em seguida o Monte Sinai no rasto de Moisés e penetra finalmente na Etiópia para aí enfrentar o aguerrido povo das Amazonas e desvendar o encoberto reino do Preste João, o Grande Abexim. Ano 2004.

Esta colecção tem tiragem limitada, e pode ser encontrada na Editora Livros Horizonte e algumas outras livrarias ONLINE, como a WOOK, Bertrand, Bulhosa, Bookhouse e FNAC.