Biografia
"Comecei a escrever poesia quando acordei de um coma de três dias, depois uma tentativa de suicídio aos vinte anos. Escrevo no intervalo da vida dos outros, quando todos dormem ou estão ausentes e eu entro noutra dimensão onde mais ninguém tem lugar." Leia mais...
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"A arte de contar, não se aprende. É um dom natural, nasce com a pessoa. Deana Barroqueiro possui uma força de expressão e uma elegância de estilo dignos de nota, ao mesmo tempo que mantém uma linguagem compreensível a todos. A sua escrita é perfeita e colorida, descritiva de uma maneira que nos transporta para a época em questão, ficando sempre com vontade de saber mais."
Maria Fernanda Pinto em "Artes e Letras" - Jornal Encontro, Paris
"A arte de contar, não se aprende. É um dom natural, nasce com a pessoa. Deana Barroqueiro possui uma força de expressão e uma elegância de estilo dignos de nota, ao mesmo tempo que mantém uma linguagem compreensível a todos. A sua escrita é perfeita e colorida, descritiva de uma maneira que nos transporta para a época em questão, ficando sempre com vontade de saber mais."
Maria Fernanda Pinto em "Artes e Letras" - Jornal Encontro, Paris
O Navegador da Passagem

Porto Editora
Deana Barroqueiro lançou * O NAVEGADOR DA PASSAGEM * - a odisseia de um Homem espoliado do seu Sonho - pela Porto Editora em 17 Outubro de 2008 no Padrão dos Descobrimentos com prefácio do Professor Doutor Eduardo Marçal Grilo.
Bartolomeu Dias, que Fernando Pessoa consagrou como o Capitão do Fim na sua Mensagem, sempre me fascinou, tanto pela extraordinária proeza que levou a cabo, como pela falta de reconhecimento que sofreu da parte dos dois reis para cuja glória contribuiu com todo o seu ser, até ao sacrifício da própria vida. Todavia, a sua viagem da descoberta do Cabo da Boa Esperança e da passagem do Sueste entre o Oceano Atlântico e o Índico foi um marco de viragem para o desenvolvimento da Europa e de mudança na sua relação com o mundo e o Outro. Leia mais AQUI....
A ideia de O Navegador da Passagem partiu de uma anterior pesquisa para os dois primeiros romances com que iniciei este meu fadário da escrita – Uraçá, o índio branco e O Cometa – com os quais mantenho uma cúmplice ligação, dado que os livros de aventuras permitem desenvolver as histórias de outras personagens do romance, inclusive desvendar o mistério e conhecer o verdadeiro nome do "grumete da cicatriz", o protagonista do Uraçá.
Assim, e em nome dessa tão grata cumplicidade com os meus leitores, está disponível, nesta página, o texto integral gratuito do romance Uraçá, o Índio Branco.
* Leia o Prefácio do Prof. Dr. Eduardo Marçal Grilo
* Leia a Crítica de alguns leitores
D. Sebastião e o Vidente

Porto Editora
A obra « D. Sebastião e o Vidente » de Deana Barroqueiro, foi distinguida com o Prémio Máxima de Literatura 2007 – Prémio Especial do Júri.
Romance de conspiração, mistério e revelação, que constitui o primeiro título da Porto Editora na área da ficção. D. Sebastião e o Vidente é um romance histórico de grande fôlego e inspiração, construído e narrado à maneira do século XVI, um dos séculos da sua especialidade, onde se enredam as vidas das duas personagens principais: El-Rei D. Sebastião e Miguel Leitão de Andrada.
ATENÇÃO leitores - não deixem de ler esta * ERRATA!
"D. Sebastião e o Vidente apresenta, a páginas tantas, a intervenção de um narrador que entra em diálogo com o leitor e interpela-o, avança e recua no tempo, problematiza os assuntos, dá opiniões e conselhos, sugere cautela para as conclusões do leitor. O efeito conseguido é espantoso porque se trata de uma estratégia de aproximação ao leitor, não só porque o interpela e sugere a sua opinião, mas também porque o confronta com situações que coagem a pensamentos e reflexões sobre a época."
Ana Cabrera - Historiadora
* Leia na íntegra a Apresentação de Ana Cabrera
* Leia a apresentação de Maria Helena Mira Mateus na entrega do Prémio MÁXIMA 2007
* Leia a Crítica de José Nuno Pimentel
* Leia na integra a Crítica de Fernando Cruz Gomes
* Leia Texto de Maria Fernanda Pinto
* Leia Texto de Alexandra Prado Coelho:
D. Sebastião sabemos que existiu, mas a prostituta... alguém a viu?
* Leia a Crítica de alguns leitores
Contos Eróticos do Velho Testamento e... Novos Contos Eróticos do Velho Testamento

Livros Horizonte
Encantada pelo erotismo fortíssimo de inúmeras pequenas crónicas do Antigo Testamento, a autora quis reescrever algumas dessas histórias, como um cronista desse tempo de antanho, um pouco céptico, sem crenças em Baal ou Jahweh, interessado em recriar essa sociedade de pastores nómadas que formaram as tribos de Judá e Israel.
Deana Barroqueiro utilizou como elo de ligação dos contos a componente erótica dessas histórias, sem jamais cair na tentação da linguagem vulgar ou obscena, mas fazendo-o de uma forma subtil, sensual e poética, embora por vezes assaz violenta, devido à própria matéria das narrativas do Velho Testamento.
Os livros são, pois, uma crónica histórica da Antiguidade, ficcionada, cujo fio condutor é a aventura dos sentidos, através do olhar magoado das mulheres e da sua luta pela existência, num mundo em que as descendentes de Eva eram consideradas pelos homens como mercadoria e inferiores aos animais, conceito que perdurará ainda hoje, perpetuado por certas interpretações fundamentalistas dos livros ditos sagrados, em nome de uma verdade religiosa que nenhum Deus, bom e justo, poderia alguma vez sancionar ou sequer tolerar.
"Deana Barroqueiro vem oferecer-nos uma extraordinária pintura da alma feminina, na sua enganadora fraqueza assente numa força tornada imensa à custa de silêncios, cedências, compreensão, mas também de revolta, raiva e orgulho. As cores aparentemente leves usadas nas mulheres contrastam com as cores pesadas do desejo masculino que surge pujante, primário, rude e... irrecusável. Desta feita, o sorriso cúmplice acompanha-nos a leitura, já que em cada conto a autora junta à sua já conhecida arte de nos prender irremediavelmente ao correr das palavras, a capacidade de condimentar esse prazer com uma agudíssima, certeira e divertida ironia."
Maria Teresa Horta - Escritora
* Leia na íntegra a Crítica de Maria Teresa Horta
* Leia a Crítica de Dóris Graça Dias
Colecção de Aventuras

Livros Horizonte
"Romances para os jovens? E adultos com espírito jovem? Acerca das aventuras dos navegadores Portugueses? Mas isso é um achado. Isso é melhor que pão... para os mais jovens comerem, quando, mesmo sem se interessar muito pela História, acabam por se interessar pelo romance, pela picardia, pela aventura. O pano de fundo é Portugal e o Mundo dos Séculos XV e XVI, para os quais foi feita pela autora "uma exaustiva pesquisa nas crónicas coevas". Pelos vistos, e dando sequência ao que diz, "os aventureiros e descobridores portugueses assumem as proporções dos Indiana Jones e Skywalkers (que na realidade foram), embora respeitando os dados históricos conhecidos, na medida em que se escreve para um público preferencialmente do ensino secundário e universitário _ mas também para adultos com espírito jovem."
Fernando Cruz Gomes - Sol Português
* Leia na integra a Crítica de Fernando Cruz Gomes
* Leia a Crítica de Maria Fernanda Pinto